Maria
por Claudio Limenzo
Ela, tão bela, quem seria
Tal qual luz do dia
Sua doce beleza irradia
Exuberante alegria
Duma primavera tardia
Num passear displicente
Prazenteiro, silente
Talvez até inconsciente
Insinua sutilmente
Sorri, mexe com a gente
Na graça do caminhar
No brilho do olhar
Na meiguice invulgar
No sorrir, no falar
Tudo nela, faz sonhar
E, sonhar simplesmente
Com ela sorridente
Seria, sim, um presente
A inocente semente
Para um desejo latente
Chamar seu nome, seria
O auge da fantasia
Lá, onde tudo principia
Facilitaria a poesia
Toda mulher fosse Maria
por Claudio Limenzo
Ela, tão bela, quem seria
Tal qual luz do dia
Sua doce beleza irradia
Exuberante alegria
Duma primavera tardia
Num passear displicente
Prazenteiro, silente
Talvez até inconsciente
Insinua sutilmente
Sorri, mexe com a gente
Na graça do caminhar
No brilho do olhar
Na meiguice invulgar
No sorrir, no falar
Tudo nela, faz sonhar
E, sonhar simplesmente
Com ela sorridente
Seria, sim, um presente
A inocente semente
Para um desejo latente
Chamar seu nome, seria
O auge da fantasia
Lá, onde tudo principia
Facilitaria a poesia
Toda mulher fosse Maria
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