O vento não sabe ler
por Claudio Limenzo
É novamente Outono
O sol já se distancia
Crescem as noites
Encolhem os dias
Leve brisa da manhã
A natureza acaricia
Lá na praça a ramaria
Amarelece dia a dia
Pássaros vão e voltam
A voar por entre folhas
Que planam pelo ar
Lentamente até pousar
Num gracioso bailar
De leveza singular
Derramam pelo chão
As cores da estação
Ao som improvisado
Do ritmo crepitante
De folhas secas caídas
Pisadas pelos passantes
A despeito do aviso
Não passe pela grama
O vento lá esparrama
A folharada sem fim
Ao entardecer
Não se vê mais o jardim
É perdoável por que
O vento não sabe ler
por Claudio Limenzo
É novamente Outono
O sol já se distancia
Crescem as noites
Encolhem os dias
Leve brisa da manhã
A natureza acaricia
Lá na praça a ramaria
Amarelece dia a dia
Pássaros vão e voltam
A voar por entre folhas
Que planam pelo ar
Lentamente até pousar
Num gracioso bailar
De leveza singular
Derramam pelo chão
As cores da estação
Ao som improvisado
Do ritmo crepitante
De folhas secas caídas
Pisadas pelos passantes
A despeito do aviso
Não passe pela grama
O vento lá esparrama
A folharada sem fim
Ao entardecer
Não se vê mais o jardim
É perdoável por que
O vento não sabe ler
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